Dormir profundamente após um longo dia de trabalho ou estudos nem sempre é uma tarefa fácil. Afinal, o estresse diário e alguns hábitos desregrados podem significar insônia, ansiedade ou sono agitado. Sem contar as vezes em que as horas de descanso são pouquíssimas – dificultando o completo relaxamento.

O sono possui diversas funções. Entre elas, está a síntese de hormônios como a leptina, responsável pelas sensações de saciedade. Dormir menos que o recomendado (ou seja, de seis a oito horas, em média) ou acordar várias vezes ao longo da noite pode trazer prejuízos como ganho de peso, depressão, hipertensão e diabetes.

Suas escolhas alimentares têm uma parcela de importância. Quando pensamos em um sono com qualidade, o ideal é evitar refeições pesadas antes de dormir. A sugestão é uma ceia leve composta por bebidas como chás – tudo para que a sua energia ao deitar não esteja concentrada no processo de digestão.

Ou seja: Nada de jantar e ir dormir. Sua última refeição deve acontecer entre duas ou três horas antes desse momento. Evite também alimentos de difícil digestão, como os ricos em gorduras, carnes vermelhas e doces.

Ingredientes estimulantes (como os que contêm cafeína, por exemplo) devem ser consumidos até no máximo 17h. Prefira os chás com ação relaxante, como os de camomila, cidreira e maracujá.

E uma última (e valiosa) dica: Aproveite o momento para, literalmente, desligar. Ficar longe do celular, tablet e televisão pode ser uma atitude que vai mudar a qualidade do seu sono.