Mais um nome pra decorar na prateleira da suplementação, a glutamina é conhecida de quem pratica exercícios, assim como o BCAA e o bom e velho whey protein. Mas isso não quer dizer que esse suplemento é destinado só pra quem frequenta a academia. Presente em nosso corpo, ela influencia em funções vitais para o seu equilíbrio.

Em vários textos científicos, a glutamina é classificada como “não-essencial”. Então quer dizer que ela não é importante? Pelo contrário. Significa que ela é produzida pelo nosso corpo, mas em situações como estresse, doenças, traumas e exercícios físicos intensos, não produzimos a quantidade suficiente. E é exatamente nesses momentos nos quais ela se torna essencial! E não só para a recuperação muscular. A glutamina tem vantagens para o bom funcionamento de diversos órgãos e processos, além dos músculos.

Qual é o efeito?

Pra começar, o papel da glutamina é grande por ser um dos aminoácidos mais presentes na formação do corpo. Ou seja, ela tem um efeito anabólico – que estimula a síntese proteica e a formação de massa magra. Mas ela atua também como fonte de energia para as células do sistema imunológico, do intestino e dos rins. Por isso, esse nutriente é associado até à redução de infecções bacterianas, disfunções gastrointestinais e sequelas neurológicas.

E a maneira correta de tomar?

Se o objetivo é melhorar a imunidade e manter o intestino saudável, o ideal é suplementar a glutamina pela manhã, em jejum. Para ajudar na recuperação muscular, a hora é logo após o treino, quando o corpo perde muito de suas reservas. A quantidade certa vai variar de 5 g a 10 g por dia, dependendo do seu porte físico e necessidade.