A diabetes mellitus é considerada uma das grandes epidemias do século XXI. Constitui um problema de saúde, que não escolhe idade, sexo, raça ou classe social.

Dados da Organização Mundial da Saúde, sugerem que em 2030 a diabetes mellitus será a segunda causa de morte na América Latina. No Brasil aproximadamente 16 milhões de pessoas sofrem com a doença e a taxa de incidência cresceu 61,8% nos últimos dez anos.

Mas, o que faz com que uma pessoa seja considerada diabética?
Os pacientes diabéticos são aqueles que apresentam quantidades maiores do que o normal de glicose, ou açúcar, no sangue. Esse aumento ocorre, pois, nesses pacientes a insulina (hormônio produzido pelo nosso corpo) não consegue exercer de maneira eficiente o seu importante papel: capturar a glicose e levá-la para dentro das nossas células. Dessa forma, uma grande parte desse açúcar se acumula no sangue acarretando inúmeras consequências.

O diabetes tipo 1 é o mais comum em crianças, jovens e adultos até 30 anos, e necessita, geralmente, de insulina para o seu controle. O tipo 2 é o mais frequente após os 40 anos, geralmente, em pessoas com sobrepeso.

Existem outros tipos específicos ocasionados por: defeitos genéticos funcionais da célula beta, defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas exócrino, endocrinopatias, induzidos por fármacos e agentes químicos e o diabetes mellitus gestacional.

Quais são os fatores de risco para desenvolver a doença?
A incidência do diabetes, além dos fatores hereditários, envolve o estilo de vida adotado pelo paciente como excesso de bebida alcoólica, cigarro, estresse, alimentação rica em gorduras, sedentarismo. O alto índice de mortalidade, além da dificuldade de tratamento estimulam a busca por alternativas que visam a prevenção da incidência do diabetes, como uma alimentação equilibrada e alimentos.

Tratamento
O tratamento pode ser realizado por medidas farmacológicas (hipoglicemiantes orais ou insulina) ou não (plano alimentar e atividade física), sendo que os portadores do tipo 1 devem associar ambas as medidas.
Uma alimentação equilibrada rica em compostos com atividade antioxidante provenientes de frutas, vegetais, cereais e fibras, como morangos, framboesas, mirtilos, pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Sempre é válido lembrar que devemos analisar o perfil de cada indivíduo, pois cada um possui suas especificidades e seus hábitos, sendo que hábitos saudáveis associados a atividade física regular são primordiais para o controle de doenças crônicas.

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