Saiba tudo sobre esse poderoso ativo hidratante que está revolucionando

a nutrição da pele!

 

Sinônimo de hidratação e queridinho dos tratamentos estéticos, o ácido hialurônico é um aliado de peso na manutenção de uma pele bem hidratada, firme e saudável.

 

O ativo é um biopolímero (glicosaminoglicano) naturalmente produzido pelo corpo, responsável pelo preenchimento, lubrificação e estruturação de tecidos como a pele e articulações. Essa característica especial resulta da sua capacidade única de atrair a molécula de água, funcionando como um verdadeiro imã.

 

Além da capacidade de reter água e combater a desidratação cutânea, o ácido hialurônico exibe efeito antioxidante, pois sequestra os radicais livres, aumentando a proteção da pele em relação à radiação UV e contribuindo para aumentar a capacidade de reparação tecidual.

 

Do total de ácido hialurônico presente no nosso corpo, cerca de 50% encontra-se na pele, tanto nas camadas mais profundas (derme) como na epiderme. Aliás, as proteínas elastina e colágeno estão mergulhadas nesse importante biopolímero e juntas formam uma rede que mantém a pele firme, lisa, viçosa, elástica e hidratada1-2.

 

Ao longo dos anos nosso corpo perde ácido hialurônico.

 

A quantidade de ácido hialurônico é inversamente proporcional ao tempo de vida do organismo, sendo que a partir dos 30 anos já é possível notar uma diminuição desse componente. Aos 75 anos, por exemplo, apenas ¼ da quantidade desse ativo está presente na pele3. A deficiência torna a pele ressecada, os sulcos e expressões faciais ficam mais profundos e evidentes, há perda de brilho e o tecido fica mais suscetível aos danos internos e externos. O problema é que fatores como a exposição excessiva aos raios solares (UV), tabagismo, má alimentação e stress aceleram ainda mais a degradação, favorecendo o envelhecimento precoce da pele1-2.

 

Para contornar esse problema, a reposição de ácido hialurônico é recomendada. Estudos mostram que ao devolver esse biopolímero nas camadas internas da pele, o equilíbrio hídrico é restabelecido, regula-se a distribuição de proteínas nos tecidos e compõe-se um ambiente físico no qual ocorre o movimento das células, contribuindo para melhora na estrutura e elasticidade da pele, suavizando linhas de expressão e proporcionando o rejuvenescimento facial3-6.

 

O ácido hialurônico oral já está disponível como suplemento. Entenda como ele é produzido.

 

O ácido hialurônico na forma alimentícia já está presente há muitos anos no mercado externo e recentemente foi aprovado pela Anvisa para uso em suplementos alimentares no Brasil. Além de ser seguro, estudos mostram que a ingestão diária proporciona hidratação e efeito antienvelhecimento a longo prazo.

 

O ácido hialurônico é produzido por fermentação através de bactérias do gênero Streptococcus, especialmente Streptococcus zooepidemicus. Durante a fermentação é produzido o hialuronato de sódio, substância ativa fonte natural de ácido hialurônico.

O hialuronato de sódio utilizado pela Sanavita é obtido por tecnologia avançada de fermentação bacteriana (Streptococcus zooepidemicus), resultando em um produto de alta pureza e absorção, contendo 95% de ácido hialurônico.

 

Oral, injetável e cremes – cada um tem suas características

 

O ácido hialurônico pode ser utilizado na forma de suplementos orais, como o Hyaluronic Skin da Sanavita, na forma injetável (preenchimento) ou tópica (cremes).

 

O ácido hialurônico injetável tem efeito rápido sobre a pele, contudo, é um tratamento invasivo, caro e gradualmente perdido. Além disso, depende necessariamente de um médico especialista, pois o uso incorreto da técnica pode causar alguns transtornos como eritema, edema, presença de nódulos e hematomas, e em casos mais graves, infecção e necrose.

 

Já os cremes à base de ácido hialurônico, apesar de serem excelentes hidratantes e veículos para antioxidantes, não apresentam efeitos expressivos como a forma injetável ou oral. Estudos mostram que isto acontece porque as moléculas de ácido hialurônico são muito grandes e enfrentam dificuldade para penetrar na epiderme e atingir as camadas mais profundas da derme. Assim, os cremes agiriam de forma mais superficial, proporcionando um efeito hidratante suave na pele, pois não conseguem atingir o espaço intracelular.

 

No caso de suplemento oral, apesar de ser um tratamento menos imediato, são mais acessíveis, indolores, não provocam inchaço e agem nas camadas mais profundas da derme conferindo hidratação e efeito antienvelhecimento a longo prazo. Além disso, é possível fazer associações que potencializam os benefícios, como peptídeos de colágeno e antioxidantes como no caso de Hyaluronic Skin. A recomendação é que seja ingerido diariamente para prevenir a perda de ácido hialurônico não somente na pele, como em outros tecidos.

 

Todos os ácidos hialurônicos são iguais?

 

Não, no corpo são encontrados ácidos hialurônicos com tamanhos diversos, que variam desde 20kDa até 20.000kDa, dependendo da função no tecido7, e os estudos mostram que existe uma relação importante entre o tamanho da molécula e sua funcionalidade.

 

Segundo as pesquisas, a suplementação de ácido hialurônico com peso molecular entre 300-800kDa é mais indicada para a pele e a com peso molecular maior, acima de 900KDa, é a mais recomendada para problemas articulares, pois nesse caso a viscosidade conferida ao tecido é maior e melhor é a proteção às cartilagens8. Moléculas muito pequenas (< 2kDa) estão associadas a processos pró-inflamatórios9, sendo a suplementação desaconselhada.

 

A absorção do ácido hialurônico oral é comprovada cientificamente!

 

Estudos mostram que as moléculas de ácido hialurônico ingeridas, presentes naturalmente no hialuronato de sódio, percorrem o trato gastrointestinal intactas e são quebradas pelas bactérias presentes no intestino grosso, mais especificamente no ceco, resultando em oligossacarídeos que então migram para os tecidos através da corrente sanguínea e sistema linfático10.

 

Uma vez na pele, esses oligossacarídeos agem estimulando a proliferação dos fibroblastos, células responsáveis pela síntese da maioria dos componentes da matriz extracelular da pele incluindo colágeno, elastina e ácido hialurônico, favorecendo a firmeza do tecido, reduzindo o volume de rugas e preenchendo a pele ao mesmo tempo que hidrata de forma prolongada11.

 

Segundo as pesquisas, cerca de 90% do ácido hialurônico na forma de hialuronato de sódio é absorvido e pode ser identificado na pele após 24-96h da ingestão, e o efeito da suplementação ainda pode ser observado após 2 semanas do fim do tratamento11-12.

 

Hyaluronic Skin Sanavita® – o primeiro suplemento do mercado de alimentos com ácido hialurônico!

 

Hyaluronic Skin é um produto inovador, exclusivo, desenvolvido com a mais avançada tecnologia para promover nutrição e beleza da pele.

 

Sua fórmula comprovadamente eficaz contém ativos inteligentes precursores de colágeno, entre eles o ácido hialurônico biodisponível e os peptídeos ativos de colágeno, ambos com baixo peso molecular e alta absorção. No caso do ácido hialurônico, é utilizado um produto de peso molecular definido (350kDa), específico para a pele, com excelente biodisponibilidade.

 

Uma única dose oferece também 100% das necessidades diárias de vitaminas A, C, E, biotina, ácido pantotênico e zinco, micronutrientes importantes que nutrem e mantem a pele protegida dos danos causados pela ação dos radicais livres. A vitamina C auxilia na formação do colágeno e juntamente com a vitamina E e o zinco são importantes antioxidantes. A vitamina A contribui para a manutenção da pele, e o zinco, além da pele, contribui para a manutenção do cabelo e das unhas.

 

Referências Bibliográficas

 

  1. Averbeck, M. et al. Differential regulation of hyaluronan metabolism in the epidermal and dermal compartments of human skin by UVB irradiation, J. Investig. Dermatol. v. 127, p. 687–697, 2007.
  2. Kawada, C. et al. Ingested hyaluronan moisturizes dry skin. Nutrition Journal, v. 13, n. 1, p. 1–9, 2014
  3. Longas MO, Russell CS, He XY. Evidence for structural changes in dermatan sulfate and hyaluronic acid with aging. Carbohydr Res. v. 159, n. 1. P. 127–136, 1987.
  4. Stern, R., et al. Hyaluronan in skin: aspects of aging and its pharmacologic modulation. Clinics in Dermatology, v. 26, n. 2, p. 106–122, 2008.
  5. Fallacara, A. et al. Hyaluronic acid in the third millennium. Polymers, v. 10, n. 7, 2018.
  6. Papakonstantinou, E. et al. Hyaluronic acid: A key molecule in skin aging. Dermato-Endocrinology, v. 4, n. 3, 2012.
  7. Farwick, M. Fifty-kDa Hyaluronic Acid Upregulates Some Epidermal Genes without Changing TNF-α Expression in Reconstituted Epidermis. Skin Pharmacol Physiol v. 24, p. 210–217, 2011.
  8. Saari H et al. Differential effects of reactive oxygen species on native synovial fluid and purified human umbilical cord hyaluronate. Inflammation, v. 17, p. 403-415, 1993.
  9. Zgheib, C. et al. Targeting Inflammatory Cytokines and Extracellular Matrix Composition to Promote Wound Regeneration. Adv. Wound Care, v. 3, p. 344–355, 2014.
  10. Kimura, M. et al. Absorption of Orally Administered Hyaluronan. Journal of Medicinal Food, v. 19, n. 12, p. 1172–1179, 2016.
  11. Yoshida T et al. Improvement of dry skin by a food containing hyaluronic acids derived from microbial fermentation. J New Rem & Clin, v. 58, n. 8, p. 143–155, 2009.
  12. Oe, M. Dietary hyaluronic acid migrates into the skin of rats. Scientific World Journal, v. 2014, p.1- 8, 2014.